terça-feira, 29 de outubro de 2013

Aniversário do neto amado!

Bernardo fez 4 anos e nós aqui nos empenhamos para comemorar mais um ano de alegrias com ele.
O bolo de monstrinhos. Exatamente como ele pediu! O tema da festa foi por conta da imagem de um bolo bem parecido com esse que vimos na internet. Mas duvido que o recheio estivesse tão bom quanto o do Bernardo: doce de leite com nozes, brigadeiro e doce de leite. Hum!!!!!!!!
 A Erica, avó paterna embalou nos biscuit e doces sortidos!
 A mãe e minha filha Luiza, pegou firme nos docinhos e fez cada um mais lindo e gostoso que o outro. Nesse ano tivemos ajuda externa para os doces também pois não tivemos tempo para fazer cajuzinhos e quindim melhor que o da Suskin não há!
 Esses baldinhos coloridos e divertidos foram confeccionados pela Grazzi, irmã da Elaine ( aquela da Varanda). Dentro estava recheado com pipocas, balas de coco recheadas, lápis colorido com dedoche de monstrinho, pirulitos, bombons, espetinho de marshmallow...
 Tudo muito doce, alegre e colorido!
 Bernardo gosta de dormir com um travesseirinho que ele chama de Nananinha. E me pediu para fazer Nananinhas de monstrinhos para os amiguinhos. Vovó não nega pedido de neto, não é? Comprei uma máquina de costura e me arrisquei na Nananinhas Monstros.
 E não é que ficaram umas fofuras? Todas as crianças levaram e muitos adultos também!
 Porta retratos mais que fofos da vové Erica! Tubetes com tags de monstrinhos...
 Muita cor, muito amor!
 Mesa linda! Epa! Ainda faltam os doces nessa foto!
Agora sim!
 Tinha monstrinho até no teto!!!!!!!!! esses de feltro, lindamente confeccionados pela Lulu!
 E nas portas!
 Oiiiiiiiiiiiiiii!
 Até o dia que amanheceu chuvoso resolveu dar uma trégua!
 Gostosuras!

 E no dia seguinte.....
Vamos brincar! Porque criança tem que brincar!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Final de semana do bem

No sábado fomos convidados à Beer Experience, na estação Leopoldina. Foi muito legal! Chegamos cedo para conhecer os expositores e o local. E chegar cedo em eventos assim é vantagem. Pude observar os detalhes arquitetônicos da estação, os trens e ouvir a música sem burburinhos.Todas as vezes em que passo em frente à Leopoldina tenho vontade de entrar e no sábado, matei a vontade. Não sem alguma tristeza pois embora o local tenha sido transformado em Centro Cultural está completamente abandonado por fora, cheio de pixações, sujo, etc.
Mas, como estava com meu amor, aproveitei para curtir o dia e o lugar desejando que mais eventos ocorram lá até que haja vontade ou imposição de restaurar a estação.




Aqui, uma visão da hora em que chegamos. Tudo tranquilo, espaçoso e bonito.Sabe a estória do "por fora bela viola, por dentro pão bolorento"? Aqui é o contrário. Por fora dá até arrepios mas por dentro está tudo bonitinho.

A área de alimentação e descanso não poderia ser mais agrdável: no meio do pátio dos trens!


Uma música agradável para embalar a tarde de degustação.


Uma imagem vale mais que mil palavras e meu Mô é mestre em traduzir em imagens os meus sentimentos. Trem me faz voltar ao passado, à minha Além Paraíba querida, ao colo do meu avô ferroviário.


Olha o nível do evento! E meu arrependimento também. Com preguiça de trazer para Niterói um monte de garrafinhas, deixei de comprar essas. Lindas! Coisa de colecionador ou gente bobinha como eu rsrs Mas compramos taças.


Mais uma imagem que vale mil palavras, mas uma frase aqui é certa: descaso com o patrimônio público.Como deixam a história enferrujar, apodrecer?

Mais tarde um pouco e uma foto do Mô. Lindo!!!!!!!!!!!!! E o povo curioso com a máquina fotográfica rsrs (papagaio de pirata não falta)
E para vocês: saúde!


sábado, 28 de setembro de 2013

Então é isso, muita coisa para contar

Vamos colocar o papo em dia?
Tudo bem, minha culpa, minha tão grande culpa. Não ando postando quase nada. Mas é por bons motivos. Estou a mil. Em casa, no colégio, no escritório. Mil ideias, muito trabalho e uma vontade enorme de crescer, fazer diferente e isso é muito bom.
Junto desses sentimentos tão agradáveis e de tanta coisa boa também tem uma nostalgia, uma saudade enorme dos meus bichano que talvez tenha me afastado um pouquinho das minhas escritas. Eles ficavam aqui, ao meu lado enquanto escrevia. Inspiravam-me. Estou pensando seriamente e tenho duas opções: adoto outro bichano já sabendo que podem matá-lo( tomara que o sujeito tenha tomado jeito e não faça mais isso) e eu terei que conviver e adotar outro ou fico sem nenhum. Ainda não me decidi. Deixei por conta da natureza, joguei aos céus. Caso apareça uma peludinha no meu caminho fico com ela, caso contrário, não.

 Bem, tricotei esse casacão. A ideia era exatamente essa: um casaco bem comprido, largo e fofinho. Mas, exagerada que sou ficou enoooooooooormeeeeeeeeeeeeeeee. Mas está lindo e fofo. Não vou desmanchar.
 Resolvi, após dois longos invernos (não tão frios assim) terminar a blusa do filho. Só falta o que eu não gosto: costurar, arrematar. Alguém se habilita?
 Fiz uma limpeza no meu material craft, doei muita coisa para o bazar do inca e para a Igreja perto daqui e resolvi juntar os restinhos de lã em uma colcha. Dá um trabalhão mas é delicioso ver o colorido dos squares junto ao fundo preto. Qual será o tamanho? Não sei. Vou juntando os squares ( até minha sogra colaborou e fez quase 80!) quando cansar eu páro ou não rsrsrs
 Bom, se tem uma coisa que sempre quis fazer e ainda não tinha coragem era uma colcha para minha cama. Linhas compradas (ainda faltam alguns tons de marrom) e nesse verão eu começo. Sem pressa para acabar. Vou fazer em squares porque dá para carregar uma linha e agulha para qualquer lugar e, nos momentos de espera: crochetar. É o que faço no recreio do colégio, na espera pelas audiências, pelo atendimento médico... e só assim não sinto estar perdendo tempo.
 E como andamos com uma overdose de realidade, tenho lido três ou quatro romances por mês, além dos livros técnicos, de estudo. É um carinho na alma, adocica. A Marlena de Blase já é queridinha .Mal comecei a ler A Doce Vida na Úmbria e já estou apaixonada, com vontade de me mudar para a Itália.
 Não conheço a Julia Quinn . Como ela escreve romances de época, comprei cheia de expectativas. também estou relendo Jane Austen que amo, amo, amo.
 Esse aí foi só passatempo mesmo. Muito fraquinho. Cumpriu a função mas encaixo na categoria de "literatura de piscina"
 Estou me aventurando no mundo da costura. Comprei uma máquina de costura muito fofa, mil paninhos e vou começar por esses monstrinhos/naninhas que serão lembrancinhas do aniversário do Bernardo.
Esse o crochê da semana: uma almofada nesse fio lindo,o Barroco da Círculo, Uma delícia de trabalhar e rende...

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Gordices

A gente faz dieta, exercício, etc. mas não resiste a uma gordice!
Para amenizar o " efeito pão" fiz esses com aveia e soja. A mesma receita do Challah só substitui metade da farinha por aveia e soja.
Já o bolo, esse é gordinho mesmo. Bolo de laranja com cobertura de brigadeiro e raspas de laranja para decorar e dar aquele gostinho especial.
Delícia!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

A manta

Estou aproveitando restinhos de lã e novelinhos que não serão usados em outros projetos e fazendo squares para uma colcha.  Esses são os de ontem.
 O colorido impera!
 Estou usando preto para emendar os squares para dar aconchego sem ficar com peninha. Afinal, temos criança em casa!
 Antes de morrer, a Cléo era minha assistente fiel na escolha das combinações(? Não tem nada combinando. É só muita cor e muita alegria em crochetar)
 Claro, escuro, forte, fraco...
 Cores e mais cores...
 E as gavetas de restinhos vão se esvaziando...
E um beijo para a Cléo que lá do céu vai ver a colcha pronta!

sábado, 3 de agosto de 2013

E foi-se a Cléo!


Quando chegamos em casa na terça passada, Cléo não estava nos esperando. Chamamos por ela e nada! Um pressentimento ruim tomou conta de todos, afinal há duas semanas nosso lindo Tom foi envenenado. E não deu outra: mataram a minha gatinha! É a terceira!
Cléo era castrada, não saía de casa. Perambulava pelo quintal durante o dia e ficava presa quando saíamos. Por um descuido ela ficou fora de casa pois sua caixa de areia ficava no quintal.
O que mais me arrasa é saber que alguém que me cumprimenta diariamente anda matando animais por aqui. 
Quando alguns vizinhos souberam dessa perda começaram a lembrar de outros casos e, sinceramente, é de arrepiar!
Por enquanto, não quero mais bichos. Está doendo muito.
Era com a Cleozinha que tricotava à noite, assistindo tv. Ela me fazia um pouco mais alegre.
Agradeço à todos pelas palavras de carinho em virtude do falecimento (assassinato) dos meus gatinhos. Estou muito triste.Quem tem amor no coração, tem amor à vida, a todas as formas de vida e sente por elas. Amo minha família, meus filhos, os filhos dos outros, meus alunos, meus colegas de trabalho, meus vizinhos, quem conheço e quem não conheço,as árvores, os cães, os gatos, o caixeiro viajante que teima em ir ao meu quintal... Cresci com amor. Prego o amor, pratico o amor. Estou longe de ser boa, mas é a minha busca. Sou incapaz de tricotar um casaco para mim sem antes ter feito alguns para a caridade. Divido o que tenho. Amo! Nos últimos dias, morreram envenenados meus dois gatos, um do vizinho, um mico, um outro gato que passeava por aqui e, provavelmente a cadela do outro vizinho. Além de triste estou assustada: um maníaco(a) mora perto de mim e me dá bom dia!

sábado, 27 de julho de 2013

O que faz você feliz?

 (Gênesis- Exposição de Sebastião Salgado no Jardim Botânico)


 Exposição deslumbrante, de tirar o fôlego. E generosa. Pode-se fotografar tudo, registrar a emoção do momento.

 E a ironia: depois de poder tirar tantas fotos , permitidas pelos guias e curadores, de andar por sobre aquele piso de madeira centenária, o guarda me chamou à atenção: não pode sentar nas escadas!
 A construção, o ajuntamento de pessoas, o ar puro e alegre me renovaram.
 Assim como o café da manhã simples e delicioso no barzinho nas adjacências.
E o Chafariz ali, inundando de vida o que já de vida transborda.

domingo, 21 de julho de 2013

Tom- in memorian

No dia 10 de julho, por volta das 5:45h  meu Tom se foi.
Numa triste coincidência(?) outro gato apareceu morto a poucos metros do meu.
O Tom estava castrado há alguns meses e vivia dentro de casa.
Eu acordei cedo, vi o meu lindinho dormindo no sofá da sala e fiz como faço todas as manhãs: coloquei água e comida para ele e abri a porta. Quando saí para trabalhar, minutos depois, encontrei meu gatão na sarjeta.
Estava remoendo a morte(?) dele pois não queria entrar em celeumas.
Mas o fato é que ele não morreu, foi morto. E isso dói demais.
 Era companheiro de brincadeiras do meu neto que ainda não entendeu por onde anda o Tom.
Quando sentávamos à mesa para as refeições, ele se colocava na janela, olhando o quintal. Era presente.
Nem sempre foi assim: desde o nascimento, não queríamos ficar com ele pois já tínhamos duas gatinhas. Ele foi levado com amor a três casas diferentes. Voltou de todas elas e foi ficando por aqui, tomando conta do espaço dele, aos poucos. Nem sempre numa boa. Implicava com os objetos do Flávio, marcava território, trazia presentes que eu não gostava muito até que optamos por castrá-lo. Depois da castração virou um bicho de pelúcia. Se já era manso, ficou ainda mais e tornou-se nosso amigo.


Saudades do meu gatão!