terça-feira, 3 de maio de 2011

Domingo, o Jogo!


Um Jogo Necessário

25/04/2011

O prefácio do livro já incita à leitura. Mas discordo dele. Para mim, Domingo, O Jogo não foi um convite à aventura. Foi um empurrão ao conhecimento, a busca da família, da felicidade, do prazer de estar junto.
Em cada capítulo uma nova etapa é sugerida, um novo tema para reflexão.Tive de lê-lo aos poucos, com parcimônia. Esse é um daqueles livros em que você termina uma página e fica olhando para o alto como que esperando respostas. Ou então, suspira e diz consigo: é isso!!!!
Como estou num momento difícil, o livro funcionou como confidente, terapeuta, amigo e o jogo desenrolou-se e enrolou-me muitas vezes.
Por horas jogava, por outras deixava-me apenas a colher as sensações.
Tratar a vida como um jogo, pontuar, atribuir graus para jogadores foi, no mínimo, uma experiência inusitada. E proveitosa.
No início do livro senti-me pouco à vontade. Será que queria jogar?
Não há querer, há a necessidade do jogo. O jogo que, aos domingos, se faz vital.
A família é a base, o esteio da vida humana e o alicerce da vida social. É nela, nos primeiros anos que saboreamos o que há de melhor e é a ela que devemos voltar, sempre.
As analogias e metáforas utilizadas são maravilhosas, a linguagem é clara. Existe amor nas palavras.

Um maravilhoso jogo de autoconhecimento. Amei! Recomendo.

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