terça-feira, 11 de janeiro de 2011


Um romance em forma de diário. Uma linda história de amor que supera a tristeza do mal de alzheimer.
Narrado em primeira pessoa conta a vida de dois jovens que tem um amor de verão e que, anos mais tarde se reencontram e confirmam que o que nutriam um pelo outro era mais forte que uma estação do ano.
A poesia dele e a arte dela se fundem, tornando inequívoca a sensação de que auqelas almas estavam unidas desde sempre.
O que os afastou no início, a diferença social, torna-se nada no reencontro.
Ao final, o autor traz uma série de questões que não foram abordadas no livro mas que servem de temas para debate.
Muito bom!
Confesso que não chorei como os críticos anunciaram na contra capa. Mas deu aquele nó no peito, uma certa angústia.
É daqueles livros que ficam pedindo algo mais leve depois.
Por isso, já engatei um de Nora Roberts: Destino Tentador. Quer título mais beira de piscina que esse???

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